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SC BRAGA 2-0 (3-2 g.p). FC SHERIFF || QUINTA-FEIRA, 24/2 || 20H00

Started by Luso, 19 de February de 2022, 12:33

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Legião

#120
Grande noite europeia, uma alegria para o clube, cidade e para o futebol português.

Parabéns a toda a equipa e ao mister que continua a fazer história.

Uma palavra também para os adeptos, saudades destes ambientes e destas noites europeias.

Um reparo, jogo a meio da semana, muitos adeptos a sair directos do trabalho para o jogo e não ha uma roulote para se comer qualquer coisa.

Venha agora o sorteio e continuar a sonhar em chegar a Sevilha.
Bracara Avgvsta - Fidelis et antiqva

PAF

Fizemos uma grande primeira parte, podíamos ter feito mais golos (embora eles falharam 2 golos cantados, sendo que Mateus se calhar acabou por salvar a eliminatória) e até quem sabe ter resolvido o jogo. Aquele Sheriff da 1ªparte era clube de descer de divisão em Portugal. (nem percebo como uma equipa que é campeao no seu país vem jogar com um autocarro daqueles, ainda por cima desorganizado) Na 2ªparte eles melhoraram bastante a defender, limitaram o nosso meio campo que deixou de ter tanto espaço e nos cada vez fomos ficando pior fisicamente. Quem entrou também não trouxe qualquer coisa de positivo à equipa, apenas frescura e pouco mais.
No fim ainda tivemos aqueles impensáveis penaltis.
Acabou por passar aquela que era de longe melhor equipa a todos os níveis e isso é que importa. Estamos nos oitavos, que já devíamos estar desde dezembro se fossemos competentes.
Agora que venha o Rangers, temos contas a ajustar, embora eles eliminaram o Dortmund facilmente, (o celtic que até lidera a liga escocesa foi goleado pelo Bodo Glint na liga conferência, 5-1 nas 2 mãos), Galatazaray, talvez a equipa mais acessível ou Barcelona se for mais para jogar com tubarão.

rpo.castro

Quote from: PEDRØ XVI on 24 de February de 2022, 23:36
Grande primeira parte, podíamos ter resolvido a eliminatória logo.
Tomara que entrássemos sempre em campo com aquela vontade toda.

Nada a apontar a ninguém apesar da segunda parte já ter sido mais penosa.
Passamos que é o que interessa! Podemos jogar com o Estrela Vermelha de novo?
Podemos
Quem não sente não é filho de boa gente.

JR1287

#123
PAF, não podemos jogar com o Rangers nem com o Barcelona. As equipas que se qualificaram hoje não podem jogar connosco, temos de jogar com um dos vencedores dos grupos.
O primeiro jogo será em Braga.

Os possíveis adversários são:
Estrela Vermelha (SRB)
Eintracht Frankfurt (GER)
Galatasaray (TUR)
Leverkusen (GER)
Lyon (FRA)
Mónaco (FRA)
Spartak Moscovo (RUS)
West Ham (ENG)

Se eu pudesse escolher, escolhia o Estrela Vermelha ou o Spartak (até porque o jogo não deve ser lá).

MagicoMito

Grande jogo coletivo na primeira parte com esperada descida de rendimento na segunda e no prolongamento.
Este Sheriff não joga mesmo nada e ainda houve quem usasse a desculpa de que ganharam ao real. Equipa que fez um jogo nojento sempre a perder tempo.

Precisamos de jogadores para a ala esquerda urgentemente. Tanto o Rodrigo como o Moura tiveram um jogo muito muito fraco com inúmeras más decisões e ainda mais passes falhados.

De resto o Abel e o Vitinha (com a bola) tiveram também um jogo pouco conseguido.

Já de bom tivemos o Carmo, Tormena a fabiano bem defensivamente tirando um lance ou outro e os dois hortas a mostrar mais da sua qualidade e entrega ao jogo.


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Magicobraga

Palhinha a dar os parabéns no Instagram oficial do Braga.


JR1287

Um jogo à moda antiga! Público empenhado e apoiante, bem composto, uma remontada, penalties! Que saudades! Fez bem à alma!
Ah, já me esquecia, e uma defesa excepcional no último minuto!
Há anos que não tínhamos um jogo assim! Que saudades desta emoção!
O resto para já não me interessa... Depois anlisarei.

Cão Vadio

#130
Muitos, para não dizer todos nós, temos vindo a dizer mal deste, daquele, do mister, do futebol jogado, e muitas vezes com razão. Mas, noites como esta valem mesmo a pena, e fazem-nos esquecer, pelo menos até ao próximo jogo, todas as coisas menos boas que se têm passado.
Grande noite, grande jogo e esforço de toda a equipa. Foi mesmo até ao fim, o que ainda deu mais sabor á vitória.

Hawk

Nada a apontar, no geral bom jogo de todos. Grande noite, pena o desacelerar na segunda parte.

Apenas não gostei de algum egoísmo do Rodrigo Gomes, em alguns lances tinha colegas em melhor posição para finalizar. Pena pelo Abel também, nota-se que está com a moral em baixo, mas tem mais que qualidade pra dar a volta.

Gverreiro pt


Hucry

Grande jogo. Grande primeira parte, faltou pernas na segunda e o Sheriff também melhorou. Os titulares estiveram todos bem no geral, muito surpreendido com a performance de Fabiano nesta posição, acho que esteve bastante bem e acrescentou bastante na saída e na progressão com bola. Grande ambiente. Que saudades. Obrigado.

Lipeste

#134
CRÓNICA | O Sheriff Horta

O Sheriff é 'Guerreiro' e vive no Minho. Manda na cidade e na bola, afugenta mauzões e candidatos a pilantras, adora um bom duelo ao pôr-do-sol. Mais rápido do que a própria sombra a pensar e a executar, abate fantasmas na Europa e visitantes possuídos por más intenções.

«O meu nome é Horta, Ricardo Horta», exclama o herói da pedreira de Braga, um anfiteatro com ares de Old West. Duas balas à queima-roupa, o fora-de-lei moldavo caído por terra, gravemente ferido. 120 minutos de espera, o jogo do gato e do rato, e tudo a acabar nos tiros de penáltis. A Liga Europa a fumegar no cano da pistola ainda a escaldar.

Sofrimento desnecessário, sim, mas História escrita numa noite de emoções à flor da pele: o SC Braga segue em frente na UEFA.

Moldavos sem linhagem de Champions

Ricardo Horta por todo o lado. À porta do saloon a acabar com zaragatas; com as chaves da cadeia a meter os bandidos na linha; montado num Jolly Jumper a limpar as ruas da cidade. Muito futebol, uma tremenda exibição, a prova mais recente de uma qualidade que pede a Seleção Nacional e palcos de excelência.

45 minutos quase perfeitos deram aos homens do xerife Horta dois golos e um rasto de destruição. Primeiro foi o próprio Ricardo a servir o pé esquerdo de Iuri Medeiros para uma finalização de categoria, depois os papéis inverteram-se e Iuri entregou a Ricardo o disparo do 2-0. Da Moldávia vinham homens desnorteados.

Tiveram duas ameaças junto à baliza de Matheus - o guarda-redes foi decisivo -, mas sempre no aproveitamento do risco assumido desde o início por Carlos Carvalhal. Adama Traoré e Momo Yansané são verticais, perigosos, mas a restante equipa pareceu um escombro daquela que derrotou o Real Madrid na Liga dos Campeões.

O SC Braga fez dois golos e podia ter feito quatro ou cinco. Faltou mais um homem na frente ao nível de Horta, que ergueu o punho da lei por todo o lado, e de Iuri Medeiros. André, mano do xerife, atirou ao poste e foi também um dos melhores. Aposta certíssima de Carvalhal.

Sofrer, sofrer, até ao abençoado penálti de Francisco Moura

Linha de três defesas, com Fabiano adaptado; Yan Couto na direita e o imberbe Rodrigo Gomes à esquerda; Al Musrati e André Horta a pegarem no meio-campo e, para a frente, o xerife Ricardo a dividir as despesas com Iuri Medeiros e Vitinha, o incansável. A fórmula acertou, levou o visitante moldavo para onde era suposto, mas os minutos avançaram e o terceiro golo não apareceu.

A refrega chegou aos penáltis, muito por culpa do abrandamento - natural - imposto pelo desgaste físico e pela organização relativamente sólida do oponente. A lógica estava escrita e o SC Braga não podia falhar. Não falhou. O Sheriff moldavo falhou os três primeiros penáltis, o SC Braga ficou a um da celebração e lá gritou toda a alegria após o decisivo pontapé de Francisco Moura.

A noite não foi de um homem só. Não é justo reduzir este excelente SC Braga europeu aos ditames do Sheriff (ou xerife) Ricardo Horta. Mas, o que se sentiu em Braga é simples de explicar: podiam vir comanches, apaches ou cheyennes, exércitos ameaçadores, selvagens expansionistas. O Sheriff Ricardo Horta tinha a estrela a brilhar ao peito e podia bem com todos.

Um tipo duro, um tipo destinado à grandeza.






Texto retirado do zerozero.pt
https://www.zerozero.pt/news.php?id=353806

+++

Os destaques do jogo de Braga

Capitão Europa protegido por São Matheus


As figuras em destaque - pela positiva e negativa - do jogo entre o SC Braga e o Sheriff, da segunda mão do play-off da Liga Europa.

Avançado
27 anos
Ricardo Horta

De capitão


Ao seu nível. A época - as épocas, na verdade - de Ricardo Horta está a ser sublime e carregada de protagonismo, algo que não escapou na noite europeia desta quinta-feira. O capitão é tudo: referência, construtor, pensador e finalizador. Esteve em todo o lado, assistiu para o primeiro golo da noite e marcou o segundo. De capitão.

Avançado
27 anos
Iuri Medeiros

O braço direito do capitão


Foi, na primeira parte, o homem ao nível de Ricardo Horta. Encontrou os espaços que os moldavos abriam, teve olho para furar as linhas e foi decisivo. Primeiro a marcar, aos 17 minutos, depois a assistir o capitão para o segundo golo, numa jogada de enorme qualidade. Perdeu fôlego na segunda parte, mas a primeira foi de nível alto.

Médio
24 anos
André Horta

Maestro sem medo


Às vezes parece ter medo de assumir o papel que lhe é inato. Esta noite, André Horta foi o maestro dos arsenalistas, chamando a si a bola ainda na primeira fase de construção. Para além disso, rematou; muito. Aos seis minutos acertou no poste, depois disso foi vê-lo a disparar sempre que podia. Com bola, a qualidade foi muita.

Defesa
19 anos
Yan Couto

«Lavrou» o seu terreno


Muitas vezes ator secundário, Yan Couto não se escondeu numa noite importante. Foi arrojado ofensivamente, aparecendo inúmeras vezes no último terço do terreno para gizar futebol de ataque. O pulmão foi inesgotável e a entrega inexcedível. Também por isso, e com a sombra do prolongamento, Carvalhal optou por retirá-lo. Deu tudo nos 90 minutos.

Guarda Redes
29 anos
Matheus Magalhães

Quando foi preciso, esteve


Numa noite em que poucas vezes foi verdadeiramente incomodado, o guarda-redes dos «guerreiros» teve de se manter em alerta para os momentos de maior perigo. E foi isso que fez, primeiro em dois momentos absolutamente chave: aos 25 minutos, quando no duelo com Yansane saiu de forma brilhante, e aos 120 minutos, num voo absolutamente fantástico a negar o golo a Addo. Depois, defendeu duas grandes penalidades no momento da decisão.

Avançado
26 anos
Adama Traoré

O farol numa imensa neblina


Adama Traoré é, indiscutivelmente, o craque da equipa, aquele que tem qualidade sem dúvida nos pés. À qualidade técnica, o maliano junta uma impressionante estampa física que lhe permite guardar a bola e fazê-la rodar. Foi, no entanto, o único ponto de luz numa equipa moldava que raramente foi capaz de criar futebol de ataque.

Médio
21 anos
Edmund Addo

Tampão é outra coisa


O homem à frente da linha defensiva, o «tampão» e o construtor que se pensava. Nada disso. O médio do Sheriff falhou um número incontável de passes, não foi capaz de controlar a ofensiva dos Hortas sempre que estes furavam pelo meio e ainda arriscou (e de que maneira) nas saídas. Ironia: aos 120 minutos quase marcava o golo da década. Valeu Matheus.

Avançado
18 anos
Rodrigo Gomes

A «meninice» notou-se


Foi novamente aposta de Carlos Carvalhal e a vontade de ser importante notou-se. Demasiado, por ventura. Rodrigo Gomes não escondeu a ansiedade e o nervosismo que, a um miúdo de 18 anos, numa noite importante na Europa, não espanta. Esteve precipitado nas decisões, algo errático nas que tomou e, por isso, acabou por não ser o ponto forte que se esperava. Saiu aos 64 minutos.

Texto retirado do zerozero.pt
https://www.zerozero.pt/news.php?id=353790





easy_scb

Quote from: andromeda123 on 24 de February de 2022, 23:11
Carvalhal diz que está extasiado com o que tem conseguido com o Braga, lá auto estima tem ele! Quanto ao jogo, foi um grande jogo, pena que não se jogue assim sempre.

101 anos de história.
3 lotes de ilustres treinadores:
-treinadores que chegaram a finais;
-treinadores que venceram títulos importantes;
-treinadores que fizeram boas campanhas europeias;

Concordaria que CC estaria erradamente extasiado se estes 3 grupos tivessem um rol extensivo de nomes.